sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Deixar de fumar requer um esforço diferente, de pessoa para pessoa, seguindo o grau de dependência e as razões que a motivam a tomar semelhante decisão. Sem dúvida que, no fim – e, geralmente, após vários fracassos -, ee esforço será coroado de êxito.
Talvez o primeiro passo para consegui-lo seja convencer-se de que, não só é possível, como até é relativamente fácil. O desejo de abandonar este hábito nocivo e a força de vontade são imprescindíveis, mas, actualmente, quem queira apagar o seu último cigarro conta com métodos eficazes, para facilitar o cumprimento dessa salutar determinação.

MODIFICAÇÃO DA CONDUTA

Estes métodos para deixar de fumar centram-se no tratamento da dependência psicológica, que é, para muitos fumadores, a mais difícil de vender, já que o gesto de acender um cigarro e levá-lo à boca é praticamente um traço da sua personalidade, quando não um acto reflexo perante determinadas circunstâncias.
Entre as diferentes técnicas que se empregam, cabe citar a aversivas - fumar rápido, retenção do fumo, descargas eléctricas, sensibilização encoberta -, as informativas – folhetos, anúncios, livros, video, conselho médico -, o controlo dos estimulos – a proibição de fumar no trabalho ou em locais públicos, bem como a da venda a menores -, a ajuda durante a abstinência – relaxação, respiração, hipnose -, o apoio social, o abandono gradual, etc.
Muitas destas técnicas estão ao alcance de qualquer um e não são incompatíveis com outros métodos.

MÉTODOS MECÂNICOS E FÍSICOS

Existem, também, programas nos quais se combinam diferentes sistemas: uns mecânicos, como o uso de boquilhas de mentol e de redução do fumo e, ainda, os chamados cigarros electrónicos e outros físicos, como a aplicação de agulhas para estimular os órgãos afectados pela nicotina, técnica chinesa designada por Auriculopunctura.

MÉTODOS FARMACOLÓGICOS

Utilizam-se numeroso fármacos para combater a dependência provocada pela nicotina: desde infusões e elixires, até medicamentos ansiolíticos e antidepressivos. Também se empregam tratamentos homeopáticos e outras substâncias, como os antagonitas da nicotina. A maior parte destes tratamentos, dão bons resultados a curto prazo, mas as recaídas são muito frequentes.
Sem dúvida alguma, o tratamento farmacológico que maior interesse despertou, pela sua eficácia, foi precisamente o que se baseava na própria nicotina, administrada sob a forma de pastilhas elásticas ou de discos. O fornecimento regular desta substância ajuda o fumador a controlar os sintoma provocados pela abstinência, como o nervosismo, a agressividade, a irritabilidade e a insónia. Evitando, assim, os efeitos da dependência física, a pessoa que decide abandonar o consumo do tabaco pode centrar o seu esforço no combate à dependência psicosocial, perante a qual apenas a atitude do indivíduo, com ou sem a ajuda de um grupo de apoio ou de um especialista, resulta decisiva.
A pastilha foi até há relativamente pouco tempo, a única forma de administração da nicotina, para substituir a fornecida pelos cigarros. Contudo, a aparição dos discos de nicotina, permitiu administrar esta substância por via transdérmica. Ambas as formas de administração tem a mesma base farmacológica e contam com idêntica percentagem de êxito – cerca de 35%, ao fim de um ano -, mas cada qual deve procurar a mais adequada à sua situação.

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